11 de dezembro de 2017

Playlists: 30 day’s music chellenge com a participação do namorado

Oi Oi Oi! Não acredito que sumi por quatro meses! Eu queria fazer um textão explicando, mas acho muito chato. Não basta deixar o blog sem posts por meses, ainda volta com textão de desculpas? É por isso que hoje, não vai ter desculpa não. Só vai ter o post mesmo. Na verdade, são DUAS playlists feitas no Youtube para vocês poderem ver os clipes das musicas também.

A primeira são com as minhas respostas para as perguntas do 30 day’s music chellenge.

A segunda é com a participação especial do Davi, meu namorado lindo, querido, maravilhoso (obrigada, amor!) pra vocês compararem e decidirem quem tem o melhor gosto musical, hahaha! Bora conferir nossas respostas?

Minha Playlist (Grazi):



1 - a song you like with a color in the title
Blue – Marina and the Diamonds
2 - a song you like with a number in the title
30-30-150 – Stone Sour
3 - a song that reminds you of summertime
Summer Paradise – Simple Plan ft. Sean Paul
4 - a song that reminds you of someone you would rather forget about
Karen Elson - The Ghost Who Walks
5 - a song that needs to be played loud
Poison – Alice Cooper
6 - a song that makes you want to dance
Let’s Twist Again – Chubby Checker
7 - a song to drive to
Psychosocial – Slipknot
8 - a song about drugs and alcohol
champagne – sugarcult
9 - a song that makes you happy
Dancing Queen – ABBA
10 - a song that makes you sad
Skyscraper – Demi Lovato
11 - a song that you never get tired of
Space Oddity - David Bowie
12 - a song that you love from 2011
Waste – Foster the People
13 - one of your favorite 70's songs
Because the Night – Patti Smith Group
14 - a song that you would love played at you wedding
Warmness on the Soul – Avenged Sevenfold
15 - a song that is a cover by another artist
Malaguena Salerosa – Avenged Sevenfold
16 - one of your favorite songs from a movie
500 miles - The Proclaimers (Benny and Joon)
17 - a song that features your favorite artist
Afterlife - Avenged Sevenfold
18 - a song from the year you were born
Black and White - Michael Jackson
19 - a song that makes you think about life
Eu Não Sei na Verdade Quem Eu Sou – O Teatro Mágico
20 - a song that reminds you of your mom
Querência Amada – Teixeirinha
21 - a favorite song with a person's name in the title
Brian Eno – MGMT
22 - a song that motivates you
Obrigado Tempestade - Hateen
23 - a song that you think everybody should listen to
The Light - Disturbed
24 - a song by a band/group you wish were still together
A Hard Day’s Night – Beatles
25 - a song by an artist no longer living
Rock and roll suicide - David Bowie
26 - a song that makes you want to fall in love
Love is Easy - McFly
27 - a song that breaks your heart
So Far Away - Avenged Svenefold
28 - a song by an artist with a voice that you love
Like a stone - Audioslave
29 - a song that you remember from your childhood
Saturday Night - Underdog Project
30 - a song that reminds you of yourself
Meio Psicopata - Matanza

Playlist do Davi: 



1 - a song you like with a color in the title
Blue (Da Ba Dee) - Eiffel 65
2 - song you like with a number in the title
2 minutes to midnight – Iron Maiden
3 - a song that reminds you of summertime
In to deep – Sum 41
4 - a song that reminds you of someone you would rather forget about
I’m not done yet - S.O.J.A
5 - a song that needs to be played loud
It’s No Good – Depeche Mode
6 - a song that makes you want to dance
Better off Alone – Alice DeeJay
7 - a song to drive to 
Born to be wild – Steffen Wolf
8 - a song about drugs and alcohol
Habits (Stay High) – Tove Lo
9 - a song that makes you happy
Home - Resonance
10 - a song that makes you sad
Pictures of you – The Cure
11 - a song that you never get tired of
Never met a girl like you – Iggy Pop
12 - a song that you love from 2011
You Make Me Feel – Cobra Starship ft. Sabi
13 - one of your favorite 70's songs
Sultans of swing – Dire Straites
14 - a song that you would love played at you wedding
Marcha Nupcial
15 - a song that is a cover by another artist
Barbie Girl – Kelly Key
16 - one of your favorite songs from a movie
Temptation - Heaven 47 (Trainspotting)
17 - a song that features your favorite artist
A Kind of Magic - Queen
18 - a song from the year you were born
Enjoy the Silence – Depeche Mode
19 - a song that makes you think about life
Time hangs heavy on your hands – Mel Dune
20 - a song that reminds you of your mom
The Blower’s Daughter – Damien Rice
21 - a favorite song with a person's name in the title
Daniel – Bat for Lashes
22 - a song that motivates you
The Eye of the Tiger - Survivor
23 - a song that you think everybody should listen to
Distress signal - Lazerhawk
24 - a song by a band/group you wish were still together
Crazy Little things called love - Queen
25 - a song by an artist no longer living
Careless Whispers - George Michael
26 - a song that makes you want to fall in love 
She’s like the wind – Patrick Swaze ft. Wendy Fraser
27 - a song that breaks your heart
Just Like Heaven - The Cure
28 - a song by an artist with a voice that you love
Powerslave - Iron Maiden
29 - a song that you remember from your childhood
Satisfaction - Benny Benassi
30 - a song that reminds you of yourself 
Eyes without face - Billy Idol

E aí, qual a preferida de vocês? Querem saber as explicações para as escolhas das músicas? Querem mais posts em conjunto? Se vocês também fizerem esse desafio, postem o link aqui nos comentários que eu adoro conhecer o gosto musical das pessoas!
Nos vemos em breve, espero!

9 de agosto de 2017

Recomendo: 7 filmes para assistir no Netflix

Oi oi gente! Hoje eu trouxe uma listinha com filmes disponíveis no Netflix que eu assisti, amei de paixão e recomendo a todo mundo. Tentei fugir de nomes óbvios como Okja (embora eu também tenha gostado desse filme) que já está presente em 11 a cada 10 listas por aí, hahaha. Vamos lá? 

1 – Christine: O Carro Assassino 

Christine: O Carro Assassino
 
É exatamente o que o título sugere: um carro com nome, de modelo Plymouth Fury, feito em 1957, que desde sua linha de montagem começou a matar pessoas. Christine tem personalidade, sentimentos e ciúme. MUITO CIÚME. O dono de Christine morre (adivinhem onde? Isso mesmo, dentro de Christine - e isso ficou com duplo sentido, desculpem) e ela fica por um tempo parada no quintal do irmão de seu ex dono. Arnie, um garoto nerd, avista o carro nesse quintal e decide comprar Christine! Daí pra frente é só tensão!

Minha nota no Filmow: 4 de 5 estrelas. Link para assistir no Netflix

2 - Grandes Olhos

Grandes Olhos

Dirigido por Tim Burton, esse filme conta a história real da pintora Margaret Ulbrich que durante anos teve suas obras creditadas ao seu marido da época, Walter Keane. O nome do filme faz referência à principal características das obras de Margaret: olhos gigantes. Para ela, os olhos captavam o mais íntimo das pessoas. É desses filmes que você começa achando tudo muito lindo, tudo muito fofo, mas depois você fica com muita raiva e no final você sente orgulho. Assistam e vejam se não é essa a sequência de sentimentos!

Minha nota no Filmow: 3,5 de 5 estrelas. Link para assistir no Netflix.

3 – Jane Eyre

Já resenhei aqui o livro, escrito por Charlotte Brontë, e o filme, apesar de mais corrido, é bem fiel, com ótima fotografia e excelente figurino. Conta a história de uma órfã que estudou em um colégio interno até se tornar preceptora de uma garotinha chamada Adelle, filha de Edward Rochester. Jane e seu patrão acabam se apaixonando, mas um grande segredo os impede de ficarem juntos.

Minha nota no Filmow: 4 de 5 estrelas. Link para assistir no Netflix.

4- Chamada de Emergência

Chamada de Emergência
O filme narra o sequestro de uma menina, chamada Casey, por um criminoso. Enquanto Casey está presa no porta-malas do carro do assassino, consegue telefonar para a polícia. Jordan, a operadora de chamadas, já perdeu uma vítima para o mesmo serial killer e espera conseguir livrar a pessoa que telefonou das mãos do psicopata.

Minha nota no Filmow: 3,5 de 5 estrelas. Link para assistir no Netflix.

5 – Fuga de Alcatraz

Fuga de Alcatraz

Conta a história real de Frank Morris, que tem um alto histórico de fugas de prisões, até ser enviado para a segurança máxima de Alcatraz, localizada em uma ilha. Ele analisa os pontos fracos da prisão e arma uma nova fuga, dessa vez com outros criminosos.

Minha nota no Filmow: 3,5 de 5 estrelas. Link para assistir no Netflix.

6 - Razão e Sensibilidade

A Vida Secreta das Abelhas
Jane Austen, né mores. Nesse filme vemos a história de uma viúva e suas três filhas que passam por dificuldades financeiras após a morte do mentor da família. Uma das irmãs, a mais velha, é a razão, enquanto a filha do meio é a sensibilidade. No meio disso, elas vão viver suas vidas, encontrando amigos e amores por onde passam.

Minha nota no Filmow: 3 de 5 estrelas. Link para assistir no Netflix.

7 – A Vida Secreta das Abelhas

A Vida Secreta das Abelhas
Um dos filmes mais lindos que já vi! Conta a história de Lily Owens, 14 anos, que foge de uma casa com criação rígida para descobrir mais sobre a vida de sua mãe. Lily acaba indo parar na casa de três irmãs que criam abelhas e a partir daí ela vai aprendendo mais, não só sobre a vida das abelhas, mas sobre a vida humana em geral! Um bônus: a história se passa nos anos 60.

Minha nota no Filmow: 4 de 5 estrelas. Link para assistir no Netflix.

E aí, o que acharam da lista? Já viram esses filmes? Me indiquem outros pra assistir no Netflix nos comentários! ♥

2 de agosto de 2017

Resenha: Confissões do Crematório de Caitlin Doughty

livro Confissões do Crematório de Caitlin Doughty - Editora Darkside Books






A gente evita pensar na morte, um tema que é muito tabu na nossa sociedade. Para refletir isso, Caitlin Doughty, ex operadora de forno de crematório e youtuber no canal Ask a Mortician, escreveu o livro Confissões do Crematório. Nele, ela tenta nos aproximar do tema, suavizando a ideia que temos sobre a morte ser algo obscuro. Na verdade, um velho ditado cabe bem aqui: “a única certeza que temos na vida é a morte”. Todos vamos morrer e alguém vai ter que lidar com nosso sepultamento ou cremação. Não seria mais fácil deixarmos nossos familiares e amigos sentirem a dor da perda, ao invés de terem que lidar com preparativos para o funeral e assinar documentação? Pois a autora nos fala justamente isso: é preciso pensar em nossa própria morte.

“Embora você possa nunca ter ido a um enterro, dois humanos no planeta morrem por segundo. Oito no tempo que você levou para ler essa frase. Agora, estamos em quatorze.”

Caitlin nos leva a uma viagem com ela, desde sua infância – onde desenvolveu um Transtorno Obsessivo Compulsivo por não saber como lidar com a morte – passando por sua faculdade em História Medieval, onde ela devorou tudo sobre o tema morte – culminando em seu trabalho no crematório e em seus outros estudos e engajamentos sobre a indústria. Ela nos mostra o quanto é importante explicarmos para as crianças sobre a morte, ainda que obviamente precise ser de uma maneira mais sutil, mas sem usar a famosa história de “virou florzinha” (ou qualquer variante dela). 
 
livro Confissões do Crematório de Caitlin Doughty - Editora Darkside Books

 
Em suas críticas sobre a indústria obituária nos Estados Unidos, Doughty nos fala sobre como os cadáveres são preparados para que no velório pareçam vivos. Se você já foi a um funeral, deve ter ouvido a frase “olha como está sereno no caixão, parece até que está sorrindo” ou “parece que está só dormindo”. Na verdade, tudo é feito para que realmente pareça assim, desde o embalsamento, que conserva o corpo por muito tempo, até a maquiagem e os preenchimentos internos para dar mais volume, principalmente no rosto da pessoa. Catilin defende que tratar a morte dessa forma faz com que não vivenciemos nossos lutos da maneira que deveriam ser vivenciados. Todo esse mascaramento é feito para não termos que lidar com o fim da vida.

“Um cadáver não precisa que você se lembre dele. Na verdade, não precisa de mais nada – fica mais do que satisfeito de ficar ali, deitado, apodrecendo. É você que precisa do cadáver. Ao olhar para o corpo, você entende que a pessoa se foi, que não é mais uma participante ativa no jogo da vida. Ao olhar para o corpo, você se vê nele e sabe que também vai morrer.”


Falando assim, até parece que o livro tem uma narrativa pesada e desconfortável, mas posso garantir que não. Ok, algumas partes são meio explícitas, mas todas suavizadas com a escrita de Doughty. Ela nos conduz às suas histórias sobre a morte com a maior leveza possível, nos apresentando a um cenário detalhado, nos familiarizando com outros personagens envolvidos (vivos e não vivos, haha!) e até sendo cômica em diversos momentos. O humor dela é bem peculiar (o famoso humor negro), é verdade, mas acredito que quando a pessoa vive cercada pela morte, esse é o único humor possível. 
 
livro Confissões do Crematório de Caitlin Doughty - Editora Darkside Books



“A morte é o motor que nos mantém em movimento, que nos dá motivação para realizar, aprender, amar e criar.”

Ficha Técnica
Título: Confissões do Crematório
Autora: Caitlin Doughty 
Tradutora: Regiane Winarski 
Editora: DarkSide Books
Ano: 2016
Páginas: 260

25 de julho de 2017

História da Moda: Anos 50

vestimentas dos anos 50
A imagem da mulher dona-de-casa dominou os anos 50. Cintura marcada, saias rodadas e calças cigarretes foram alguns dos ícones da moda daquela época.

A moda dos anos 50 começou ainda marcada pelo New Look de Dior, criado em 1947 (leia sobre a moda dos anos 40 aqui). Portanto, a cintura marcada e as saias rodadas ainda tinham destaque nos trajes femininos. Era comum o visual ser completado com scarpins nos pés, chapéus de aba larga adornando a cabeça, bijuterias imitando joias e luvas. Paris manteve-se como centro da moda, mas Inglaterra e Estados Unidos já estavam em ascensão. 
Cintura marcada, luvas e chapéu com aba larga na moda dos anos 50
Cintura marcada, luvas e chapéu com aba larga

A criação de novos tipos de volumes nas peças de roupas, como os vestidos em linha “H” (os famosos tubinhos), em linha “A” (aumentando a largura da cintura para baixo) e linha “Y” (onde golas eram evidenciadas) marcou a década de 50. Apareceram também os chemisier, que são vestidos inspirados nas camisas masculinas. E falando em trajes masculinos, os homens usaram ternos mais sóbrios acompanhados de gravata, excluindo o colete que antes completava o look. 
Calças cigarretes de cintura alta nos anos 50
Calças cigarretes de cintura alta
Houve uma maior aceitação por mulheres usando calças na moda dos anos 50, principalmente as mais jovens. O uso de peças de tricô também se destacou nessa época.

Mulheres cercadas por seus eletrodomésticos nos anos 50: nascia o rótulo de Rainha do LarMulheres cercadas por seus eletrodomésticos nos anos 50: nascia o rótulo de Rainha do Lar

A mulher dos anos 50 tinha uma vida mais caseira. Os bebês nascidos no pós-guerra neste momento eram crianças e exigiam cuidados, principalmente de suas mães. A mulher voltou para casa nessa década, deixando seus trabalhos. Foi aí que o termo “Rainha do Lar” começou a ser empregado. A imagem que remete aos anos 50 é da mulher envolta por seus eletrodomésticos – que tinha a finalidade de facilitar a vida da dona de casa.

Do outro lado da moeda, temos o auge das pinups, que surgiram para caracterizar a sensualidade feminina. O termo apareceu durante a 1ª Guerra Mundial e Marilyn Monroe, Brigitte Bardot e Jane Fonda são bons exemplos desse estilo. 
Pinup anos 50Pinup anos 50
Pinup anos 50
 
Com o fim da guerra, também veio o fim da escassez dos cosméticos, colocando novamente a beleza em um alto pedestal. A maquiagem que valorizava o olhar entrou na moda, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos como sombras, rímel, lápis e delineador. Surgem aí as grandes empresas do ramo, como a Revlon, Helena Rubinstein, Elizabeth Arden e Estée Lauder. 

Olhos marcados: com a indústria de cosméticos em ascensão, novos produtos para maquiagem foram lançados
Olhos marcados: com a indústria de cosméticos em ascensão, novos produtos para maquiagem foram lançados
Os cabelos eram curtos, ondulados e crespos ou presos em coque ou rabo de cavalo. As franjas começaram a aparecer. Também foi o auge das tintas para cabelos, que passaram a fazer parte da vida de dois milhões de mulheres, junto com produtos alisadores e fixadores. 
Roupas e penteados usados por mulheres nos anos 50
Roupas e penteados usados por mulheres nos anos 50
Roupas, acessórios e penteados usados por mulheres nos anos 50
A franja curta começou a aparecer na década de 50!
A moda dos jovens começou a ter maior identidade, com peças feitas especificamente para eles, mas que ainda eram uma cópia da moda dos adultos. As moças apareciam trajando cardigãs de malha, saias rodadas, sapatos baixos, meias soquete e cabelos presos, compondo um visual conhecido como College. Apareceram também as calças cigarrete, usadas com sapatilha. Para os moços surgiu um estilo mais rebelde, por influência de James Dean, Marlon Brando e Elvis Presley. O visual era composto por calça jeans muitas vezes com a barra virada, camiseta branca e a jaqueta de couro. 
Elvis Presley influenciou a moda masculina nos anos 50James Dean influenciou a moda masculina nos anos 50

Acessórios 

Mais para o fim da década, a Balenciaga criou o chapéu pillbox, caracterizado por ser pequeno acompanhado de um véu, que geralmente era usado com uma leve inclinação para a frente. Outros modelos de chapéus pequenos, além do pillbox, também surgiram. As bolsas geralmente eram carregadas nas mãos, por isso tinham alça curta. 
 
bolsas com alça curta fizeram a cabeça das mulheres nos anos 50Chapéus pequenos eram usados nos anos 50

Além da moda

No final da década, um novo ícone surgia: em 1959 a boneca Barbie foi criada. 
A primeira boneca Barbie surgiu no final dos anos 50

No campo das artes, em 1954 o termo “Pop Art” foi utilizado pela primeira vez, para nomear a arte inspirada na cultura popular. A maioria das obras trazia uma critica negativa aos objetos de consumo, ainda que para existir, a arte pop necessitasse desses objetos.